Somos psicólogas e integramos uma equipe de especialistas em psicologia jurídica.

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Sobre o Núcleo

Atuamos como Psicólogas Peritas e como Assistentes Técnicas de uma das partes envolvidas nos processos judiciais decorrentes de situações conflituosas que envolvam crianças, adolescentes, casais, idosos, vizinhos, dependentes químicos, por exemplo. Tais situações referem-se à disputa pela guarda de filhos, negligência, violência, vulnerabilidade e outras que estejam sub judice nas Varas da Família; da Infância, Juventude e Idoso; Cível; Criminal; Violência Doméstica e no Juizado Especial Criminal.


Psicólogo Perito é o profissional nomeado pelo juiz para assessorar a Justiça. Exerce sua função com isenção em relação às partes envolvidas no processo judicial, resguardando o comprometimento ético para emitir posicionamento de sua competência teórica e técnica, cujos pareceres psicológicos subsidiarão a decisão judicial.


Psicólogo Perito Assistente Técnico é o profissional autônomo, da confiança de uma das partes envolvidas no processo judicial, cujo conhecimento específico tem por finalidade complementar e/ou argumentar sobre o estudo feito pelo perito.

Equipe

Somos profissionais que contribuem com o conhecimento e a prática específicos da Psicologia para as demandas judiciais provenientes das questões tratadas judicialmente que envolvam crianças, adolescentes, idosos, famílias, ações de adoção e violência. Podemos também sugerir medidas socioeducativas e terapêuticas, possibilitando aos operadores do Direito a compreensão ampliada e a tomada de decisão diante da complexidade que envolve os conflitos causados pela subjetividade humana.


Além de atuarmos como Psicólogas Peritas e Assistentes Técnicas, também prestamos outros serviços relacionados à perícia psicológica judicial, como Supervisão e Consultoria, e ministramos Palestras e Cursos na área.

Nossa atuação busca minimizar as consequências negativas oriundas de uma disputa judicial. Nos processos que envolvem crianças, adolescentes e idosos, nosso olhar procura contemplar a defesa do melhor interesse destes e da mitigação dos impactos que disputas possam lhes causar.

Helena Maria de Assis
Psicóloga Clínica e Especialista em Psicologia Jurídica com experiência adquirida em atuação nas Varas da Infância, Juventude e Idoso.

Itala Sandra Del Sarto
Psicóloga Clínica, Terapeuta de Família e Casal e Especialista em Terapia Breve Focal, com experiência adquirida em atuação em Vara da Infância, Juventude e Idoso.

Rosana Andrade
Psicóloga Clínica, Mediadora de Conflitos nomeada pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Especialista em Psicologia Jurídica com experiência adquirida em atuação nas Varas da Infância, Juventude, Família, Criminal e Violência Doméstica.

Solange Diuana
Psicóloga Clínica, Terapeuta de Casal e Família, Especialista em Psicologia Jurídica e Mediadora Judicial com experiência adquirida em atuação nas Varas da Infância, Juventude e Família.

Serviços

Cursos, Palestras, Supervisão

Psicologia e o Direito

O campo de atuação da Psicologia Jurídica delimita-se a partir de uma perspectiva que nomeamos clínica, reflexiva, crítica e social (política), fundada na promoção e na garantia de direitos e comprometida com o humano e com a sociedade.

Nossa práxis é fundada no acolhimento, na escuta, na mediação, no estudo dos autos do processo, na discussão dos casos e dentro de uma perspectiva interdisciplinar e multiprofissional. A avaliação psicológica deve ter um caráter amplo e processual, dinâmico e histórico, em contraposição a uma avaliação estática, fixa e baseada em um único teste, por exemplo.


O campo da Psicologia Jurídica, na interface com o Direito, torna fundamental colocar em análise e de forma crítica várias categorias e conceitos como subjetividade, conflito, produção de verdades, ciência, técnica, sociedade, entre outros, porque percebemos o indivíduo em inter-relação com seu meio familiar e social.

A função da escuta, das entrevistas, do diagnóstico psicológico, das dinâmicas, entre outros procedimentos, é de suma importância para ampliação do foco para compreensão dos fatos e sua dinâmica e, em decorrência, e da capacidade de intervenção da psicologia e dos psicólogos no campo jurídico.

A exigência ética colocada para a psicologia e para os psicólogos deve ser orientada por instrumentos, recursos e práticas que viabilizem o acesso das pessoas à palavra, às redes, à própria história. A psicologia deve ser, portanto, um meio e não um fim para a produção de supostas verdades sobre seus objetos de análise.A validade temporal dos estudos realizados vincula-se ao caráter situacional da dinâmica familiar.

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17 October 2017
9 October 2017
21 September 2017

Em carta para mãe de gay, Freud diz que não há nada que se envergonhar http://www.fasdapsicanalise.com.br/em-carta-para-mae-de-gay-freud-diz-que-nao-ha-nada-que-se-envergonhar/

20 September 2017

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